Mensagem de Dr. Bach

A nenhum de nós nesta Terra é pedido mais do que pode realizar e se nos esforçarmos para obter o que há de melhor dentro de nós, sempre guiados por nosso Eu Superior, a saúde e a felicidade serão possíveis.

Mas nas horas mais escuras, quando a vitória parece impossível, lembremo-nos de que os filhos de Deus não devem nunca ter medo, que as tarefas que nossas almas nos dão são apenas as que somos capazes de realizar e que, com coragem e fé em nossa divindade interior, a vitória virá para todos os que continuam a lutar.

Cada pessoa tem uma vida para viver, um trabalho a realizar, uma personalidade gloriosa, uma individualidade maravilhosa. Se ela compreender estas verdades e conseguir mantê-las contra todas as leis da massificação, ela superará tudo e ajudará os outros com o exemplo do seu caráter.

A vida não exige de nós grandes sacrifícios; pede-nos apenas para fazermos a viagem com alegria no coração e sermos uma bênção àqueles que estão ao nosso redor.

 

Dr. Edward Bach (1886 – 1936)

Paradoxo Stockdale

O momento que estamos vivendo pede que a gente aceite corajosamente a realidade que estamos vivendo e, por outro lado, que a gente mantenha uma fé inabalável de que vamos superar e vencer no final.

Isso me fez lembrar do ‘Parodoxo Stockdale‘, apresentado por Jim Collins no livro ‘Empresas Feitas para Vencer’.

De acordo com Collins, o almirante Jim Stockdale foi um militar americano de mais alta patente a viver no campo de prisioneiros de guerra ‘Hanoi Hilton’, no auge da Guerra do Vietnã. Torturado mais de 20 vezes em seus oito anos de cativeiro, de 1965 a 1973, Stockdale viveu a guerra sem qualquer direito de prisioneiro, sem data para ser libertado e sem qualquer certeza se sobreviveria para reencontrar sua família.

Durante a captura, ele quebrou uma das pernas e acabou perdendo os movimentos do membro por não ter sido tratado. Stockdale era diferente dos outros prisioneiros porque estava focado em salvar a sua própria vida e de seus soldados. Ele criou um sistema de comunicação próprio para que os prisioneiros não se sentissem, abandonados, além de elaborar regras para que conseguissem sobreviver à torturas.

Mas Stockdale nunca perdeu a fé, nunca duvidou que sairia vivo e que venceria no final, transformando aquela experiência num divisor de águas na sua vida.

Jim Collins, numa conversa com Stockdale, questionou quem não conseguiu sobreviver e Stockdale explicou que foram os otimistas. “Os otimistas eram aqueles que diziam: ‘Estaremos fora daqui na época do Natal’. Bem, o Natal chegava, o Natal ia embora. E eles diziam: ‘Estaremos fora daqui na Páscoa’. E a Páscoa chegava e ia embora. E depois vinha o Dia de Ação de Graças, e o Natal novamente. E eles morriam com o coração partido”.

Depois Stockdale completou “Você nunca deve confundir a fé que você tem de que vai vencer no final – que você nunca pode se dar ao luxo de perder – com a disciplina de enfrentar a realidade nua e crua de sua situação atual, seja ela qual for”.

A vida nem sempre é justa. Todos nós vamos passar por dificuldades, crises e circunstâncias dolorosas ao longo do caminho. O que diferencia as pessoas não é a presença ou ausência de dificuldades, e sim a forma como elas lidam com as inevitáveis dificuldades da vida.

Por isso, por mais difícil que seja a sua situação neste momento, não perca a fé, a esperança, a confiança em dias melhores. Mas não deixe de encarar a realidade, por mais difícil que ela pareça, pois só assim você será capaz de enfrenta-la.

Coragem, meus amigos!

A Cura vem de dentro: Uma visão integrativa da saúde

A frase “o corpo fala” faz sentido pra você? Provavelmente já ouviu muito ela por aí.

Mas o que isso quer dizer?

Podemos analisar essa questão em dois campos bem interessantes: um mais relacionado à comunicação, e outro à saúde. Em se tratando de comunicação, o corpo se expressa através de nossos gestos e expressões faciais (conhecida como comunicação não-verbal) muito mais do que pelas nossas palavras (comunicação verbal). Em porcentagem, estima-se que 93% compreende a não-verbal. Ou seja, estamos o tempo todo transmitindo o que estamos pensando ou querendo ao nosso meio exterior pelo nosso corpo, mesmo que inconscientemente não saibamos disso, ou não falemos nada.

Sabe aquela história: “eu falo uma coisa e faço outra”? Explica bem o que está sendo abordado nesse assunto. Expressar-se em palavras pode ser muito difícil para muitos, por certos traumas, medos, timidez, entre outros. Então, para se proteger, a mente bloqueia algumas falas de serem ditas, e a pessoa acaba guardando aquilo para si. Contudo, o corpo não tem a manipulação da mente. Se algo que sentimos ou queremos dizer fica muito em conflito com nossas ações, o corpo pode expressar-se (com gestos e expressões) de maneira contraditória, gerando uma dupla mensagem em uma conversa importante, por exemplo, gerando situações desagradáveis. Várias questões complicadas e tensas poderiam ser resolvidas com um diálogo mais claro e verdadeiro, por isso é de extrema importância que conheçamos o nosso eu interior, nossos reais desejos e opiniões, aceitando o que vem de dentro para que possamos expressar por meio de palavras de modo mais coerente com quem realmente somos, e gerar relações mais saudáveis.

Além do nosso corpo por gestos muitas vezes expressar o que está no nosso subconsciente, ele também se expressa por meio de sintomas, e é nesse ponto que quero chegar quando escrevi no título: a cura vem de dentro. A palavra somatização também vem sendo difundida por ai, mas aqui quero descrever através de algumas teorias, como nosso organismo responde de fato a uma emoção, levando-o por fim a adoecer.

Primeiramente, somatização se refere a uma ou várias queixas físicas que, em sua investigação diagnóstica, não se encontra uma causa aparente. E isso não quer dizer que a doença “é da cabeça da pessoa”, ou seja, que esses sintomas somatizados são loucura ou frescura de quem os manifesta. O que acontece é que quando chega a nível físico, já existe algum desequilíbrio orgânico e o indivíduo não se sente bem, já atingiu níveis biológicos.

Mas como então um trauma ou emoção negativa pode levar a um transtorno físico? Aqui entra uma das teorias que mais explicam esses efeitos dentro dos meus estudos: A medicina germânica. Esse trabalho foi desenvolvido pelo médico oncologista Dr. Hamer. Após perder o filho subitamente em uma morte trágica, ele apresentou um câncer no testículo que o deixou intrigado. Devido ao fato, ele começou a estudar todos os seus pacientes que teriam passado por um conflito de perda e analisar suas tomografias, para ver no cérebro onde esse foco se desenvolvia. Com isso, resumidamente, chegou-se a teoria da tríade: Psique – cérebro – órgão. Explicando melhor como, por exemplo, uma perda dessas que o médico passou, influenciou para que desenvolvesse o câncer.

Vamos tomar por exemplo esse sentimento de perda. É uma sensação primitiva que nosso corpo cria.

No campo ‘psique’ temos então a perda. Como é primária, ela vai se comunicar com a região mais arcaica do nosso cérebro: o tronco cerebral, associado a situações de sobrevivência. Logo, a resposta se dará por meio dessa região cerebral, entrando no campo ‘cérebro’. Por fim, essa resposta tem que se manifestar em alguma região orgânica. Então, pela lógica dos fatos, atingirá um órgão primitivo, como no caso dele, os testículos, associados ao câncer.

Assim sendo, de acordo como percebemos uma situação, teremos uma emoção diferente. Se não a elaboramos muito bem, há toda uma resposta interligada para que chegue a efetivamente gerar um sintoma. Eis aqui a somatização vista por uma perspectiva mais biológica.

O que quero dizer com tudo isso, incluindo os estudos de comunicação não verbal e a parte da saúde integral é que, se não nos cuidamos de dentro para fora, estamos apenas tampando o sol com a peneira. Tratar a consequência pode aliviar o sintoma (e muitas vezes se busca apenas a parte medicamentosa, pois queremos alívio imediato), mas não muda a causa. O sintoma pode cessar, mas ele tende a se repetir, e os sentimentos sórdidos que estão lá no seu mais profundo ser e que te assolam, continuarão lá.

Por meio do autoconhecimento, temos acesso às nossas informações mais primordiais e aprendemos a lidar com nossas sombras, nos libertando de fardos, padrões e situações que nos fazem mal, melhorando de forma diretamente proporcional a nossa saúde.

A Microfisioterapia, a Constelação Familiar, o Reiki, dentre outras técnicas integrativas, busca, até juntamente aos medicamentos, tratar a causa, trazer o que precisa ser resolvido à tona e solucionar, considerando os níveis psíquico, biológico e emocional do ser humano!

Busque se conhecer, se cuidar, ir além! A cura vem de dentro!

Por Gabriella Moraes de Oliveira

Fisioterapeuta pela USP Ribeirão Preto

Microfisioterapia, Constelação Familiar Individual e Desenvolvimento Humano

Florais de Bach

Os florais de Bach são essências energéticas extraídas de flores e tem como objetivo equilibrar nossas emoções, sentimentos e pensamentos.

São 38 essências florais, indicadas para estados emocionais e mentais específicos como medo, desânimo, preocupação excessiva, ansiedade, cansaço, agitação, impaciência, raiva, mágoa, etc.

Os florais não são utilizados diretamente para queixas físicas, e sim na condição emocional ou mental da pessoa. Assim como outras terapias naturais, os florais de Bach exercem o seu efeito tratando a pessoa e não a doença; a causa e não o efeito. Não é necessário estar doente fisicamente para se beneficiar dos florais de Bach. Muitos de nós passamos por períodos de dificuldade e cansaço, quando o negativismo pode se instalar, e nestes momentos os florais de Bach são fundamentais, restaurando o equilíbrio antes que os sintomas físicos apareçam.

Foi Edward Bach, médico inglês, que nos anos 20 e 30 identificou os estados mentais e emocionais negativos e descobriu uma essência floral para cada um.

As essências florais não são medicamentos, fitoterapia ou homeopatia, pois não são produzidos a partir do princípio ativo das plantas. Portanto, não possuem contra-indicações. São completamente seguros, não apresentam efeitos colaterais, nem causam dependência. Sua ação é suave e podem ser utilizados por pessoas de todas as idades, desde bebês recém nascidos até idosos. Os florais de Bach podem ser tomados mesmo se você estiver fazendo tratamento com outros remédios, tanto alopáticos como homeopáticos, pois eles não interagem com nenhuma medicação, não interferindo em nenhum tratamento. Mas atenção: os florais de Bach não substituem o tratamento médico convencional.