A CURA VEM DE DENTRO: UMA VISÃO INTEGRATIVA DA SAÚDE

A frase “o corpo fala” faz sentido pra você? Provavelmente já ouviu muito ela por aí.

Mas o que isso quer dizer?

Podemos analisar essa questão em dois campos bem interessantes: um mais relacionado à comunicação, e outro à saúde. Em se tratando de comunicação, o corpo se expressa através de nossos gestos e expressões faciais (conhecida como comunicação não-verbal) muito mais do que pelas nossas palavras (comunicação verbal). Em porcentagem, estima-se que 93% compreende a não-verbal. Ou seja, estamos o tempo todo transmitindo o que estamos pensando ou querendo ao nosso meio exterior pelo nosso corpo, mesmo que inconscientemente não saibamos disso, ou não falemos nada.

Sabe aquela história: “eu falo uma coisa e faço outra”? Explica bem o que está sendo abordado nesse assunto. Expressar-se em palavras pode ser muito difícil para muitos, por certos traumas, medos, timidez, entre outros. Então, para se proteger, a mente bloqueia algumas falas de serem ditas, e a pessoa acaba guardando aquilo para si. Contudo, o corpo não tem a manipulação da mente. Se algo que sentimos ou queremos dizer fica muito em conflito com nossas ações, o corpo pode expressar-se (com gestos e expressões) de maneira contraditória, gerando uma dupla mensagem em uma conversa importante, por exemplo, gerando situações desagradáveis. Várias questões complicadas e tensas poderiam ser resolvidas com um diálogo mais claro e verdadeiro, por isso é de extrema importância que conheçamos o nosso eu interior, nossos reais desejos e opiniões, aceitando o que vem de dentro para que possamos expressar por meio de palavras de modo mais coerente com quem realmente somos, e gerar relações mais saudáveis.

Além do nosso corpo por gestos muitas vezes expressar o que está no nosso subconsciente, ele também se expressa por meio de sintomas, e é nesse ponto que quero chegar quando escrevi no título: a cura vem de dentro. A palavra somatização também vem sendo difundida por ai, mas aqui quero descrever através de algumas teorias, como nosso organismo responde de fato a uma emoção, levando-o por fim a adoecer.

Primeiramente, somatização se refere a uma ou várias queixas físicas que, em sua investigação diagnóstica, não se encontra uma causa aparente. E isso não quer dizer que a doença “é da cabeça da pessoa”, ou seja, que esses sintomas somatizados são loucura ou frescura de quem os manifesta. O que acontece é que quando chega a nível físico, já existe algum desequilíbrio orgânico e o indivíduo não se sente bem, já atingiu níveis biológicos.

Mas como então um trauma ou emoção negativa pode levar a um transtorno físico? Aqui entra uma das teorias que mais explicam esses efeitos dentro dos meus estudos: A medicina germânica. Esse trabalho foi desenvolvido pelo médico oncologista Dr. Hamer. Após perder o filho subitamente em uma morte trágica, ele apresentou um câncer no testículo que o deixou intrigado. Devido ao fato, ele começou a estudar todos os seus pacientes que teriam passado por um conflito de perda e analisar suas tomografias, para ver no cérebro onde esse foco se desenvolvia. Com isso, resumidamente, chegou-se a teoria da tríade: Psique – cérebro – órgão. Explicando melhor como, por exemplo, uma perda dessas que o médico passou, influenciou para que desenvolvesse o câncer.

Vamos tomar por exemplo esse sentimento de perda. É uma sensação primitiva que nosso corpo cria.

No campo ‘psique’ temos então a perda. Como é primária, ela vai se comunicar com a região mais arcaica do nosso cérebro: o tronco cerebral, associado a situações de sobrevivência. Logo, a resposta se dará por meio dessa região cerebral, entrando no campo ‘cérebro’. Por fim, essa resposta tem que se manifestar em alguma região orgânica. Então, pela lógica dos fatos, atingirá um órgão primitivo, como no caso dele, os testículos, associados ao câncer.

Assim sendo, de acordo como percebemos uma situação, teremos uma emoção diferente. Se não a elaboramos muito bem, há toda uma resposta interligada para que chegue a efetivamente gerar um sintoma. Eis aqui a somatização vista por uma perspectiva mais biológica.

O que quero dizer com tudo isso, incluindo os estudos de comunicação não verbal e a parte da saúde integral é que, se não nos cuidamos de dentro para fora, estamos apenas tampando o sol com a peneira. Tratar a consequência pode aliviar o sintoma (e muitas vezes se busca apenas a parte medicamentosa, pois queremos alívio imediato), mas não muda a causa. O sintoma pode cessar, mas ele tende a se repetir, e os sentimentos sórdidos que estão lá no seu mais profundo ser e que te assolam, continuarão lá.

Por meio do autoconhecimento, temos acesso às nossas informações mais primordiais e aprendemos a lidar com nossas sombras, nos libertando de fardos, padrões e situações que nos fazem mal, melhorando de forma diretamente proporcional a nossa saúde.

A Microfisioterapia, a Constelação Familiar, o Reiki, dentre outras técnicas integrativas, busca, até juntamente aos medicamentos, tratar a causa, trazer o que precisa ser resolvido à tona e solucionar, considerando os níveis psíquico, biológico e emocional do ser humano!

Busque se conhecer, se cuidar, ir além! A cura vem de dentro!

Por Gabriella Moraes de Oliveira

Fisioterapeuta pela USP Ribeirão Preto

Microfisioterapia, Constelação Familiar Individual e Desenvolvimento Humano

Porque escolhi a Naturologia

Tudo sempre começa com uma escolha.

Aos 17 anos eu tinha que fazer a minha escolha profissional.

Naquela época eu não conhecia o Google, então, abri o Guia do Estudante (versão impressa). Psicologia? “Gostei”. Fisioterapia? “Pode ser”. Terapia Ocupacional? “Interessante”. Nutrição? “Talvez”.

Continuei procurando, até que abri uma página que apresentava novos cursos de graduação e lá estava a ‘Naturologia Aplicada’.

Me apaixonei. “Mãe, já sei que curso eu quero fazer”. E ela, tentando não interferir na minha escolha: “Tem certeza?”.

Li um pouco mais, conversei com algumas pessoas, mas já não me via fazendo outra coisa.

Sempre achei que deveria ter algo além do dinheiro. Tinha que ter um sentido maior em tudo isso. Claro, ganhar dinheiro é essencial, mas você não pode acordar todos os dias e sair da cama motivado “só” para ganhar dinheiro.

Tem que ter algo mais. Tem que ter um propósito. Tem que ser algo que cause um impacto positivo no mundo.

Outra coisa que eu nunca entendi direito é a forma como algumas pessoas levam suas vidas. Parecem estar no piloto automático. Correria, falta de tempo, dor, estresse, mal humor, ansiedade… a vida tem que ser assim mesmo?

Ainda não estava muito claro para mim, mas de alguma forma eu sentia que a Naturologia se encaixava em tudo isso.

Acredito que cada pessoa tem um propósito nesta vida e cada um deve procurar a profissão que atenda à este propósito e fazer algo que lhe agrade.

Bem, o curso já estava definido. Mas onde?

Eu tinha duas opções: Anhembi Morumbi, em São Paulo, que era mais perto. Mas seria a primeira turma. Resolvi ir para Floripa, na Unisul, onde a primeira turma já estava se formando.

Minha mãe, sempre ponderada, “Tem certeza? É longe”. Mas achei que a distância não seria problema. Santa inocência.

Fui. Aos 17 anos, cheia de malas, muitas expectativas e um pouquinho de coragem.

Minha irmã foi junto para ajudar na mudança e na adaptação. Os primeiros dias foram ótimos, mas quando ela disse que ia embora eu pensei: “Vou junto”. Ela partiu e eu desatei a chorar.

“Mãe, quero voltar para casa”. E ela, louca para me deixar voltar: “Você não quis ir? Agora fica, pelo menos a primeira semana, o primeiro mês, o primeiro semestre”. E depois eu não quis mais ir embora.

Minha mãe precisou ser forte e eu sou muito grata à ela por não ter me deixado voltar.

“Naturo… o que?”

Foi a pergunta que mais escutei durante a faculdade e depois que me formei também. Acho que nunca vou me acostumar quando respondo que sou Naturóloga e a pessoa não pergunta nada. Sempre desconfio.

NA-TU-RO-LO-GIA.

Antes de explicar o que é Naturologia, é bom deixar bem claro o que NÃO é Naturologia.

Naturologia não é Nutrologia (especialidade MÉDICA que estuda, pesquisa e avalia os benefícios e malefícios causados pela ingestão dos nutrientes,  visando a manutenção da saúde e redução de risco de doenças).

Naturólogo não Nutrólogo, nem Nutricionista.

Naturologia não é Naturismo (conjunto de princípios e comportamentos que preconizam um modo de vida baseado no retorno à natureza, defendendo a vida ao ar livre, o consumo de alimentos naturais e a prática do nudismo, entre outras atitudes). Naturólogo não come só coisa ‘natureba’ e NÃO anda pelado.

A Naturologia, como graduação, é um curso novo. Como conhecimento é tão antigo quanto a própria humanidade, já que os recursos naturais são utilizados como terapêuticos antes mesmo da medicina que conhecemos hoje existir.

O curso de Naturologia foi criado em 1998, com o objetivo de aprimorar e fundamentar conhecimentos dispersos e fragmentados.

Segundo o Guia do Estudante (dessa vez acessei pelo site), o bacharel em NATUROLOGIA pesquisa, ensina, orienta e utiliza terapias naturais na prevenção e no tratamento de doenças ou distúrbios físicos e na melhoria da qualidade de vida.

Foram 4 anos e meio de curso.

Nova Imagem

Em 5 de agosto de 2006 me formei e voltei para minha terra natal, trazendo comigo a saudade dos amigos e da vida que vivi em Floripa.

Em Mococa montei um consultório, onde comecei a trabalhar com massagens, reflexologia, florais de Bach, aromaterapia, entre outras terapias.

Em 2010 comecei a atender em Ribeirão Preto, com uma equipe multidisciplinar, na Clínica Vital Saúde do Corpo. Fiquei um tempo me dividindo entre as duas cidades, mas em 2012 me casei e optei por ficar trabalhando só em Ribeirão Preto, onde estou até hoje.

Atualmente atendo no Espaço Zamboê San, um espaço voltado para o bem-estar.

10 anos já se passaram desde que eu me formei.

Enfrentei muitas dificuldades até aqui. A luta pelo reconhecimento da profissão é apenas uma delas. Mas qual caminho não tem as suas dificuldades?

E o que mais me encanta nessa profissão? Conhecer as pessoas e poder ajudá-las a viver melhor. Ajudá-las a se conhecerem melhor. E tenho conhecido pessoas incríveis nesta caminhada, com histórias que modificam a minha própria vida!

Penso que o meu propósito de vida é ajudar as pessoas a viverem bem, mais plenamente, com saúde e qualidade de vida.

E no final do dia, quando sei que dei o meu melhor e que fiz a diferença na vida de uma pessoa, mesmo que seja ‘só’ por um momento, mesmo que seja deixando o dia dela ‘mais leve’, então, eu tenho a certeza de que estou cumprindo a minha missão.

Espaço Zamboê San

Localizado na Zona Sul de Ribeirão Preto, o Espaço Zamboê San foi criado especialmente para quem busca tranquilidade e harmonia entre o corpo e a mente.

Assista o nosso vídeo institucional e veja um pouquinho do que te espera aqui!

www.zamboesan.com.br

 

Naturologia no Brasil

Naturologia é orientada pelas áreas de humanas, biológicas e da saúde, tendo como ideal abordar o indivíduo de maneira multidimensional, levando em consideração aspectos físicos, emocionais, mentais, ambientais, culturais, espirituais, sociais.

A proposta de intervenção é desenvolver e ampliar a auto-reflexão, o auto-conhecimento e o auto-cuidado. Para tanto, utiliza-se uma abordagem de educação em saúde que desenvolve o entendimento da co-responsabilidade do indivíduo frente à sua saúde, qualidade de vida e bem-estar. Este profissional trabalha com uma perspectiva do cuidado humanizado, da escuta acolhedora, do desenvolvimento do vínculo terapêutico e preconiza a autonomia do sujeito.

O Naturólogo utiliza diversas práticas integrativas e complementares, tais como aromaterapia, fitoterapia, florais, massoterapia, geoterapia, hidroterapia, meditação, arteterapia, trofoterapia, reflexologia, entre outras, visando à promoção, manutenção e recuperação da saúde, bem como à melhoria da qualidade de vida.

A Naturologia é uma profissão recente no Brasil, em 1998 surgiu o primeiro curso de graduação de Naturologia no Brasil, na UNISUL – Universidade do Sul de Santa Catarina – Florianópolis, com o objetivo de fundamentar e aprimorar o uso e o estudo dos tratamentos tradicionais, complementares e integrativos que, até o momento, englobavam um grupo disperso, em resposta à crescente procura por tais práticas. E em 2002 a Universidade Anhembi-Morumbi, em São Paulo, criou o segundo curso de Naturologia.

Os locais de atuação deste profissional são diversificadas: clínicas multiprofissionais, clínicas de estética, spas, estâncias hidrominerais, ONGs, Centro de Atenção Psicossocial – CAPS, policlínicas e hospitais. Também trabalha com atividades de educação em saúde e vivências relacionadas às práticas integrativas e complementares visando a promoção da saúde e a integração social.

Sete cidades brasileiras possuem serviços de saúde com naturólogos concursados, segundo levantamento realizado em janeiro de 2013 pelo naturólogo Bruno Werneck, sendo três cidades no estado de Santa Catarina (São Joaquim, Ermo e Laguna), duas cidades em São Paulo (Registro e Santa Gertrudes), uma no Rio de Janeiro (Macaé) e uma em Rondônia (Vilhena).

Segundo o levantamento realizado por Conceição e Rodrigues em 2011, estima-se que haja 2.000 Naturólogos formados no Brasil e cerca de 500 acadêmicos universitários ou graduandos de Naturologia. Os resultados demonstraram que a maioria destes profissionais (82,4%) está atuando diretamente com a Naturologia. O setor privado é o que possui o maior número de Naturólogos (94,7%), sendo os consultórios o local de maior atuação, conforme 51,8% dos pesquisados relataram.Entre os pesquisados, 77% declararam possuir algum tipo de formação profissional além da graduação em Naturologia, tendo destaque a especialização lato-sensu, referida por 72% dos participantes. Ainda segundo a pesquisa, 7,1% possuem mestrado e 1,6%, doutorado, enquanto nenhum dos participantes havia concluído o pós-doutorado.

Em março de 2013 foi realizada uma pesquisa de mapeamento dos naturólogos no Brasil, com o objetivo de descrever características demográficas, sociais e profissionais do profissional. A amostra da pesquisa foi constituída por 457 participantes, sendo eles graduados ou graduandos em Naturologia. Observa-se também que dos 457 participantes, 329 (72%) são Naturólogos já formados e os demais 128 (28%) estarão formados de 2013 até 2017. Foi considerado 5% de erro amostral nesta pesquisa. Observou-se uma maior concentração de Naturólogos em São Paulo (56,6%) e Santa Catarina (28,5%).Com relação a especialização, a maior prevalência é de especialização em acupuntura (20,4%), 3,9% fazem ou fizeram mestrado e 1,3% fazem ou fizeram doutorado. De acordo com a pesquisa, 73,5% dos formados atuam na área de formação em Naturologia, observa-se também que a grande maioria destes Naturólogos (76,8%) atuam de forma autônoma no mercado. Os locais de atuação que mais se destacaram foram os de atendimento em consultórios (33,3%), atendimentos domiciliares (18%), clínicas multidisciplinares (10,8%).

Os profissionais formados e os estudantes de Naturologia hoje têm suporte de duas associações, a ABRANA – Associação Brasileira de Naturologia, fundada em 2004 e a APANAT – Associação Paulista de Naturologia, fundada em 2007.

As associações de Naturologia estão trabalhando para regulamentar a profissão de naturólogo. A profissão recebeu no dia 09/02/2015 o reconhecimento da profissão no Ministério do Trabalho, através da Classificação Brasileira de Ocupações – CBO – sob nº de registro 2263-20, o que significa uma grande conquista, pois garante ao profissional naturólogo maior visibilidade, carteira de trabalho assinada, direitos e deveres definidos como seguro, previdência, piso salarial, acesso a editais de concursos, dentre outros.

Em 26 de março de 2012, as Associações entregaram o Projeto de Lei para a Regulamentação da Profissão de Naturólogo ao Deputado Federal Giovani Cherini e em 03 de maio de 2012, foi apresentado, na Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei 3804/2012, de autoria doDeputado Giovani Cherini (PDT–RS) que regulamenta a profissão de Naturólogo e lista a definição da atividade bem como as suas competências. Determina as condições para o exercício profissional: os possuidores de diploma de nível superior (Bacharelado) de Naturologia, expedido por instituição autorizada e reconhecida pelo governo federal. A iniciativa é justificada pela necessidade de regular a prática profissional e qualidade na formação daqueles que praticam a Naturologia, notoriamente benéfica à saúde humana, quando suas práticas são aplicadas por profissional capacitado, várias das quais, inclusive, reconhecidas pela Organização Mundial da Saúde, que as admite e estimula nos sistemas de saúde, de forma integrada às técnicas modernas da medicina convencional. O PL 3804/2012 teve parecer favorável do relator na Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF) e por enquanto permanece nesta comissão até a aprovação da mesma, quando então passará pela Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP); se aprovado, passará pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC). Após este processo, o Projeto de Lei será votado na Câmara dos Deputados.

Além disso, em 21 de novembro de 2012, foi protocolado um ofício o qual solicitava ao Conselho Nacional de Saúde (CNS) a inserção/incorporação do Naturólogo como profissional da saúde (hoje são apenas 14 profissões listadas pelo CNS).

Leia mais em:

CONCEIÇÃO SS, RODRIGUES DMO. A situação socioeconômica e profissional dos naturólogos no Brasil,. Cadernos Acadêmicos. 2011. Jan-Jul 3(1): 103-120.

FREITAS DL, RODRIGUES DMO, CERRATI C, PLACERES F, SABBAG S. A situação profissional dos naturólogos no Brasil. ABRANA e APANAT. 2013.

RODRIGUES DMO. O naturólogo: as Práticas Integrativas e Complementares e a Qualidade de Vida. In: MARTINS RS, HAGEN SA. (Org.). Ame suas rugas: aproveite o momento. Blumenau: Odorizzi; 2007. p. 43-55.

RODRIGUES DMO, HELLMANN F, SANCHES NMP. Apresentação. In: Anais V Congresso brasileiro de naturologia. III Fórum conceitual de Naturologia; 2012 out;    Florianópolis(Br): ABRANA; 2012. p. 9.

SABBAG SHF, NOGUEIRA BMR, CALLIS ALL, LEITE-MOR ACMB, PORTELLA CFS, ANTÔNIO RL, PLACERES F, RODRIGUES DMO. A Naturologia no Brasil: avansos e desafios. Cad. Naturol. Terap. Complem – Vol.2, N°2-2013. p.12-32.